Banda Vai Quem Quer distribui alimentos arrecadados às entidades assistenciais de Mogi das Cruzes

A Banda Vai Quem Quer, comandada pelo deputado estadual Luiz Carlos Gondim Teixeira (Solidariedade) arrecadou, neste ano, aproximadamente uma tonelada de alimentos não perecíveis que os foliões trocaram por camisetas para participar dos bailes de Carnaval do Clube Vila Santista.

Neste ano de 2018, apesar de não ter se apresentado no Carnaval de Mogi das Cruzes por dificuldades em atender as exigências feitas pela Prefeitura, Gondim fez questão de buscar parcerias para oferecer opções aos foliões e manter o caráter social da Vai Quem Quer, que há 27 anos arrecada alimentos para ajudar as instituições.

“As entidades precisam de colaboração e já contam com as doações feitas todos os anos pela Banda. Fizemos questão de manter esse projeto para poder ajudar muitas famílias com cestas básicas e instituições que atendem a população carente da cidade e região”, ressaltou Gondim.

O total arrecadado foi distribuído entre seis entidades: Fraternidade Espírita, Mãe do Divino Amor, Núcleo Aprendizes do Futuro, Paróquia São João, Atalaia e Igreja Pentecostal de Biritiba Mirim.

Os tipos de mantimentos mais coletados com a troca de camisetas neste ano foram arroz, feijão, óleo, leite, entre outros.  “O resultado desse trabalho é muito gratificante e queremos manter o projeto nos próximos carnavais”, observou Gondim.

A Vai Quem Quer não saiu no Carnaval de 2018 por falta de recursos financeiros para atender todas as determinações feitas pela Administração Municipal que exigiu a ambulância, equipe de segurança, instalação de banheiros químicos, além da limpeza.

O deputado explica que, por conta da crise econômica, teve dificuldades de encontrar parceiros e patrocinadores para colaborar com o evento e também não dispunha de recursos para arcar com todos os custos, já que o desfile envolve ainda a presença de um trio elétrico, contratação de bandas carnavalescas, bateria de escola de samba, confecção de camisetas, entre outros gastos.

“A Prefeitura poderia ter cedido alguns itens como ambulância e banheiros químicos, mas preferiu dificultar a nossa apresentação, indo na contramão de muitas cidades que fizeram questão de apoiar o carnaval popular de rua, uma tendência no carnaval em todo o País”, reforça o deputado.

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