
| Gondim pede recursos e ampliação de serviços médicos para Santa Casa de Dracena, CEMA e Hospital Luzia de Pinho Melo 06/07/2010 O deputado estadual Luiz Carlos Gondim (PPS) se reuniu com o coordenador de Contratação de Serviços de Saúde da Secretaria Estadual de Saúde, Marcio Cidade, nesta terça-feira, dia 06. Com ofícios, Gondim pleiteou a inclusão da Santa Casa de Dracena no Programa Pró-Santa Casa II; a ampliação do Hospital Luzia de Pinho Melo, em Mogi das Cruzes; a implantação de mais leitos de psiquiatria para atender o Alto Tietê e a possibilidade de fazer um contrato de serviço administrativo e clínico geral com o Instituto Cema de Oftalmologia e Otorrinolaringologia para atendimento de todas as patologias. Para Dracena o pedido de R$ 150 mil por mês via Pró-Santa Casa seria destinado para realizar cirurgias eletivas de média complexidade como operação de hérnia, catarata e varizes. Com isso, desafogaria o atendimento médico no AME da cidade e no hospital de Presidente Prudente. O coordenador considerou viável a proposta. “Para o Estado essa é uma proposta boa, porque ajudará o AME e o hospital de Presidente Prudente, que está com a capacidade de atendimento saturada.” – explicou Cidade. Com relação ao Hospital Luzia, Gondim destacou que a população do Alto Tietê aumentou em 300 mil habitantes, atingindo um milhão e 300 mil habitantes. “O Luiza está sobrecarregado, precisamos fazer algo se não a saúde pública na região tornará um caos.” – afirmou Gondim. Em março de 2009, Gondim conseguiu a aprovação da pasta para implantação de mais dez leitos de UTI no Luzia e da Unidade Coronariana. O coordenador reafirmou a implantação dos novos serviços, mas explicou que depende de recursos financeiros para executar os projetos. Com relação ao serviço psiquiátrico que o Luzia oferece, Cidade afirmou que há possibilidade de dobra o número de leitos, passando de 16 para 32. “Esse serviço não requer alto custo e por isso a facilidade para implantá-lo é maior” – explicou o coordenador. A proposta apresentada por um dos membros do CEMA, José Carlos Almeida, também foi considerada viável pelo coordenador, uma vez que o instituto ofereceria um diferencial, a cirurgia para pessoas com surdez. “Temos no nosso cadastro 10 mil pessoas com 0% de audição que aguardam por essa cirurgia, mas acreditamos que o número é bem maior. Esse é um serviço que o Estado precisa oferecer e temos estrutura e quadro clínico especializado para executá-lo” – explicou Almeida. Também participaram da reunião, o tesoureiro da Santa Casa de Dracena, Celso Santin e o diretor Ivo Figueiredo. Voltar... |
